sexta-feira, junho 25, 2010

Crocodilagem

Cinco filhos
de crocodilos
entre o dedos
e uma solução
ao nada necessário!

Dulcorama ....( O Teclado II)


Meus lábios não vociferam mais,
....não batem mais palavras indecentes
entre a língua e os dentes,
agora são os dedos
que vociferam impropérios.

II

Atrás dos olhos,
somos kaolhos!

III

Dançando na Demência!

IV

Consegui, Aprisionar
A solidão,
nas pontas dos dedos!

V

enxergo a solidão,
letrando medos,
lêdos enganos...
nem sempre profanos.

Deixo de lado,
os medos e os lêdos,
levanto cedo!

VII

Nada mais
doí ao desejo,
senão;
depois disso,
...aquilo!


terça-feira, junho 22, 2010

Falácia Canibal

Nhac! Nhac!
nhãm!nhãm!nhãm!
creck! creck! Crock!

hummmm! Hummmm!
tchá!tchá!
nhac! nhac! Hummmmm!

Glub!Glub!Glub! ...Háááááá!

segunda-feira, junho 21, 2010

O Teclado e as possibilidades aleatórias do mesmo olhar!


Armar-se de um teclado e escrever letra a letra um significado para a palavra: palavra, e depois brincar de olvidar-se do sentido, sem se importar com a língua mas com o que o desejo descreve como a pretensa escrita, fechar os olhos se fazer alienado quanto a uma outra realidade não traduz nada se não o parecer d'outro falando ao ouvidos sussurros desejados como calor de coxas e outros muito próximos pulsares cardiacos a meros 37 graus celsisus....sentir vontade de desdizer o dito re-falar sobre a questão dita como escrever o til depois da vogal nesse teclado de erro universal, não saber como dizer e falar pelos cotovelos sem nunca chegar a lugar nenhum minimizar a palavra num hakai imprevisível sem ser coisa de chinês e nem impositivo de satoris adquiridos em culturas alienígenas e o revisitar da cultura judaico-cristã, resto de deuses e peristaltia de cordões umbilicais, a última palavra desmistificando o pavor que eleva a causa e não saber o que dizer como sendo as esperadas últimas palavras, nada a dizer quando a boca esta seca clamando pelo gosto de Deus e fantasia de matar a sede que carece de saciar se de uma maneira ou outra, para dar significado ao verbo sumblimar ou quem sabe fazer entender a si próprio o que pode se descompensar, para descobrir o inventar de estruturas nunca antes necessárias.

Valer-se de outras estórias e se revelar o oposto do antepassar enquanto se tenta compreender o dente, que na crista da onda revela a cultura ocidental, e desfaz os enganos de quem persiste em manter uma falsa fé de culto ao passado....dessa maneira o melhor escape é o presente, o dia importante de agora, adverso a fantasias de falsa perfídia, bolero moderno entre sedutoras rendas expostas ao enlevo à media luz....desejo de sentir-se desejado nem que seja só por um segundo como a doçura da goiabada em contraste com o queijo num sheakspiriano degustar de sobremesa vulgar na mesa local...assim até no pastel ou na pizza, bittersweet fantasia autofágica gastronômica semigráfica, pedaços de lembranças desmistificados em um real que não ousamos a ver sobre a ótica de uma outra realidade senão, as nossas....

Deixa para lá, calo a boca por pura certeza de não ter o que dizer.

sexta-feira, junho 11, 2010

Ta escrito...depois eu corrijo!


Não quero falar agora o muito que não sei sobre ficar escolhendo frases e as encachando uma a uma num puzzle universal, nem mesmo entender porque o bicho deve de ter sete cabeças, quem sabe em um minuto ou outro discutir com a fera á ferocidade e apagar a vela que comemora mais um em cima do Bolo, sei, amanhã são expectativas que quero realizar, outrossim serão as coisas do descaso, talvez do ritmo ascético das baquetas reviradas e o esquecimento de baixar as cordas da caixa.... de tirar o folego de qualquer um.

Toca aí Kara!

sobre esquzophonias!


O Amor é....


viver,
sem Você!


sexta-feira, junho 04, 2010




Já faz tempo que
faz tempo,
que não venho, não tenho
sei lá faz tempo.

Talvez se for
em outro tom
encontre tempo
e desfaça o feito

senão que fique
o Dito,
Pelo não Dito!
empoeirando ao tempo.