Tempestade de Borras ...The Forest For the Trees.

Me entristece ter que gastar água potavél para empurrar "bingas", esgôto à fora....por produzir o lixo que faço dispensando os práticos descartáveis do dia a dia, sinto ódio pelos bilhetes amorosos que lhe deixei em papéis que foram feitos de árvores as quais nunca aproveitei a sombra ou amarrei uma rede, pelas sustâncias que coloriram os mares intoxicando peixes que jamais me alimentaram ou salvaram minha saúde com seu omega3 dos radicais livres....sinto que o licopeno dos tomates cozidos com azeite, não salvarão minha próstota da culpa por intoxica-los para que eles sejam bonitos aos olhos nas prateleiras do supermercado e que o verde das verduras me negarão a clorofila que limpara o ar durante a madrugada livrando-nos dos efeitos do gás carbônico e os buracos na camada de ozônio, do insuportável efeito estufa e os supostos calores da andropausa...não me envaidece assistir pelejas esportivas em campos aonde residiam arvores se prevalecendo do humus e da humidade ambiente....avançando suas raizes até encontrarem os lencóis "freáticos" de nosssas ambições...não me agrada produzir riquezas que algum dia não valerão mais do que um copo d'água ou uma caneca de sopa de entulhos durante o sermão d'um exército da salvação, sobre a bondade e a onipresença de deus e de quanto ele ama seus miseráveis filhos...pouco me importa os discursos dos corruptos que derrubam florestas para alimentarem gado ou sobre os que constrõem galpões modernos para defenderem frangos da gripe usando a madeira anti bacteriana dos pinhais e dos que argumentam sobre sua seiva ser util para matar quase 99% das bacterias em nossas casas e perfurmar assentos, não só os sanitários, a nos escancarem suas bocas cerâmicas durante os momentos de nossas intimidades, prefiro morrer de cólera ou similar aparente.....ou, o conforto de poder falar com voce pisando em pilhas radioativas que espalharão o cancêr sobre o solo do planeta e tão pouco ler suas crônicas em monitores de baixa radiotividade ou a autodestruição de Kurdt e a sua preferência "heróica" para curar-lhe do inferno....nevermind me, se a planta tem agrotóxico ou se as carnes estão impregnadas de anabolizantes. um pouco de ar puro para sentir os pulmões como quando berreva o oxigênio à queimar-los....vindo do suspiro das árvores que nos roubaram os colonizadores e ou vendilhões inatos que as trocaram-nas por machadinhas, facas e berloques, fetiches práticos do lixo europeu..(tecnologia defasada)....pouco importa a linguagem denotativa se não há quase mais papagaios para repiti-las sem noção do que falam....como os utopistas que dizem que temos nome de árvore e vivem de quebrar galhos como qualquer outros mandraços que tem que se virar para mostrarem que são produtivos ao espetáculo da produção e da exibição de seus estatus e do conforto de Lexus blindados com o ferro que não mais colorem o vermelho das calçadas de itabira o de qualquer outro lugar que tenha vindo o poeta que se foi deixando seus versos impressos nas lágrimas de árvores que nunca mais abrigarão micos ou outros alienígenas destinados a extinção...ou. aonde esta minha mente se não posso respirar ou se tenho que proteger minha pele da chuva ácida...de que vale escrever versos, se amanhã seremos todos mutantes vitimas da vida criada nos laborátórios que roubam a natureza em suas formulas mágicas da juventude e como estar em conflito pela sede e a inexistencia de alimentos que não sejam os trangênicos.....que tal um burguer de "solens green", sabor cane, marinado no alcatrão, para disfarçar-lhe o pútrido sabor?....que tal um pouco de mel de abelhas cruzadas com caramujos africanos com sabor de escargot livre de pragas emocionais?

Mater certus, pater incertus.....natura est!

descobrir que o azul do céu matinal é um pigmento anil, endossado por um ministério público; esparzido nos céus todas as manhãs, pelos aviões de carreira, pacto adjeto entre controladores e a hierarquia local, imagina; 100 anos de erros internacionais em áreas nacionais....tecer mundo.....pouco interessa pegar um transporte para qualquer parte e queimar o combustível fóssil que deixou como sub produto a vazelina que lubrifica o nosso "trespassador" "passa fio".....roubado das placas geográficas que estabilizam o planeta.....as roupas de "taktel" estão todas furadas e, as de algodão rotas e encardidas....o sabão que promete alvejá-las, mata os plânctons que alimentam mares e, fazem com que as baleias cantem felizes alucinadas pelas chuvas que diluem o sal da terra e lavam oceanos, pororókas e o leito do rio negro....piscina de boto!

....acho; - nunca mais vou fazer cocô!

Air Guitar:
The Ocean Is The Ultimate Solution
Frank Zappa - Sleep Dirt

"Punk is Freedom!" Kurdt Kobain.

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