segunda-feira, dezembro 08, 2008

Tesouros da Juventude XII




Om Mani Padme Hum:


* Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses [isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores]. Este sofrimento vem do orgulho.
* Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
* Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
* Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles etc., e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
* Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
* Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou ódio.

Om Mani Padme Hum.

(Adaptado de Thinley Norbu, The Small Golden Key to the Treasure of the Various Essential Necessities of General and Extraordinary Buddhist Dharma. Traduzido por Lisa Anderson. Boston: Shambhala, 1999. Pág. 101.)

sábado, novembro 29, 2008

Morbidez! (ou qualquer outra coisa que seja!...T.V mix)

só à cadáveres,
não falta nada!

Air Guitar:
Zeferina Bomba
O que é que tem pra tu vê na TV



Você Mudou?


quinta-feira, novembro 20, 2008

Vermes Albinos.




Air Guitar:
The Almighty
The Unreal Thing


ela falou: entreolhando:
p'ras meninas orbitais!
- aonde houver eles, haverão nós....
e encheu o pote de Gosma!

depois...

diante da bifurcação,
olhou como quem confessa
sofrer de torcicolo,
diz, sussurrando!;

- A Verdade é Revolucionária!




sexta-feira, outubro 17, 2008

Abanheém Goitacá!

abanheémgoitacá!
Línguaquegentefala...nomade!
Abanheém Goitacá!
Língua que gente fala...estrangeiro!!
Abanheém Goitacá!
Language that people speak... Passenger.


Air Guitar:

Moisés Santana e Arnaldo Baptista
Cê tá pensando que eu so Loki ?




quinta-feira, outubro 16, 2008

Fortuna Imperatrix Mundi (Extract from end!...#2)


Uma palavra de solidão:
Arrepender-se do que?
deite-se em suas mentiras!
e não leve souvenirs.


sábado, outubro 11, 2008

Durma medo, Meu!


Files...Files...Files
Centenas de Files...
e nada!

quarta-feira, outubro 01, 2008

CYMK

Sobre um céu Cian,
Capivaras buscam a felicidade
num mundo rosa quase Magenta
escondendo as imperfeições do negro
com 40% desse Cian
azuláceo que as confundem no
Yellow, de seus medos modernos!


Air guitar:
Astronomy Domine (Live Performance)
David Gilmour



...lose this skin!

sábado, setembro 20, 2008

terça-feira, setembro 09, 2008

Tesouros da Juventude XI

HOWL - UIVO
Allen Ginsberg

Eu vi os expoentes da minha geração destruídos pela loucura, morrendo de fome, histéricos, nus, arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca uma dose violenta de qualquer coisa "hipsters" com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato celestial com o dínamo estrelado da maquinaria da noite, que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis apartamentos sem água quente, flutuando sobre os tetos das cidades contemplando jazz, que desnudaram seus Cérebros ao céu sob o Elevados e viram anjos maometanos cambaleando iluminados nos telhados das casas de cômodos, que passaram por universidades com olhos frios e radiantes alucinando Arkansas e tragédias à luz de William Blake entre os estudiosos da guerra, que foram expulsos das universidades por serem loucos & publicarem odes obscenas nas janelas do crânio, que se refugiaram em quartos de paredes de pintura descascada em roupa de baixo queimando seu dinheiro em cestas de papel, escutando o Terror através da parede, que foram detidos em suas barbas púbicas voltando por Laredo com um cinturão de marijuana para Nova York, que comeram fogo em hotéis mal-pintados ou beberam terebentina em Paradise Alley, morreram ou flagelaram seus torsos noite após noite com sonhos, com drogas, com pesadelos na vigília, álcool e caralhos e intermináveis orgias, incomparáveis ruas cegas sem saída de nuvem trêmula e clarão na mente pulando nos postes dos pólos de Canadá & Paterson, iluminando completamente o mundo imóvel do Tempo intermediário, solidez de Peiote dos corredores, aurora de fundo de quintal com verdes árvores de cemitério, porre de vinho nos telhados, fachadas de lojas de subúrbio na luz cintilante de neon do tráfego na corrida de cabeça feita do prazer, vibrações de sol e lua e árvore no ronco de crepúsculo de inverno de Brooklyn, declamações entre latas de lixo e a suave soberana luz da mente, que se acorrentaram aos vagões do metrô para o infindável percurso do Battery ao sagrado Bronx de benzedrina até que o barulho das rodas e crianças os trouxesse de volta, trêmulos, a boca arrebentada e o despovoado deserto do cérebro esvaziado de qualquer brilho na lúgubre luz do zoológico, que afundaram a noite toda na luz submarina de Bickford's, voltaram à tona e passaram a tarde de cerveja choca no desolado Fuggazi's escutando o matraquear da catástrofe na vitrola automática de hidrogênio, que falaram setenta e duas horas sem parar do parque ao apê ao bar ao Hospital Bellevue ao Museu à Ponte de Brooklyn, batalhão perdido de debatedores platônicos saltando dos gradis das escadas de emergência dos parapeitos das janelas do Empire State da Lua, tagarelando, berrando, vomitando, sussurrando fatos e lembranças e anedotas e viagens visuais e choques nos hospitais e prisões e guerras, intelectos inteiros regurgitados em recordação total com os olhos brilhando por sete dias e noites, carne para a sinagoga jogada na rua, que desapareceram no Zen de Nova Jersey de lugar algum deixando um rastro de cartões postais ambíguos do Centro Cívico de Atlantic City, sofrendo suores orientais, pulverizações tangerianas nos ossos e enxaquecas da China por causa da falta da droga no quarto pobremente mobiliado de Newark, que deram voltas e voltas à meia-noite no pátio da estação ferroviária perguntando-se onde ir e foram, sem deixar corações partidos, que acenderam cigarros em vagões de carga, vagões de carga, vagões de carga que rumavam ruidosamente pela neve até solitárias fazendas dentro da noite do avô, que estudaram Plotino, Poe, São João da Cruz, telepatia e bop-cabala pois o Cosmos instintivamente vibrava a seus pés em Kansas, que passaram solitários pelas ruas de Idaho procurando anjos índios e visionários que eram anjos índios e visionários, que só acharam que estavam loucos quando Baltimore apareceu em êxtase sobrenatural, que pularam em limusines com o chinês de Oklahoma no impulso da chuva de inverno na luz das ruas de cidade pequena à meia-noite, que vaguearam famintos e sós por Houston procurando jazz ou sexo ou rango e seguiram o espanhol brilhante para conversar sobre América e Eternidade, inútil tarefa, e assim embarcaram num navio para a África, que desapareceram nos vulcões do México nada deixando além da sombra das suas calças rancheiras e a lava e a cinza da poesia espalhadas na lareira Chicago, que reapareceram na Costa Oeste investigando o FBI de barba e bermudas com grandes olhos pacifistas e sensuais nas suas peles morenas, distribuindo folhetos ininteligíveis, que apagaram cigarros acesos nos seus braços protestando contra o nevoeiro narcótico de tabaco do Capitalismo, que distribuíram panfletos supercomunistas em Union Square, chorando e despindo-se enquanto as sirenes de Los Alamos os afugentavam gemendo mais alto que eles e gemiam pela Wall Street e também gemia a balsa de Staten Island, que caíram em prantos em brancos ginásios desportivos, nus e trêmulos diante da maquinaria de outros esqueletos, que morderam policiais no pescoço e berraram de prazer nos carros de presos por não terem cometido outro crime a não ser sua transação pederástica e tóxica, que uivaram de joelhos no Metrô e foram arrancados do telhado sacudindo genitais e manuscritos,que se deixaram foder no rabo por motociclistas santificados e urraram de prazer, que enrabaram e foram enrabados por esses serafins humanos, os marinheiros, carícias de amor atlântico e caribeano, que transaram pela manhã e ao cair da tarde em roseirais, na grama de jardins públicos e cemitérios, espalhando livremente seu sêmem para quem quisesse vir, que soluçaram interminavelmente tentando gargalhar mas acabaram choramingando atrás de um tabique de banho turco onde o anjo loiro e nu veio atravessá-los com sua espada, que perderam seus garotos amados para as três megeras do destino, a megera caolha do dólar heterossexual, a megera caolha que pisca de dentro do ventre e a megera caolha que só sabe ficar plantada sobre sua bunda retalhando os dourados fios intelectuais do tear do artesão, que copularam em êxtase insaciável com uma garrafa de cerveja, uma namorada, um maço de cigarros, uma vela, e caíram da cama e continuaram pelo assoalho e pelo corredor e terminaram desmaiando contra a parede com uma visão da buceta final e acabaram sufocando um derradeiro lampejo de consciência, que adoçaram as trepadas de um milhão de garotas trêmulas ao anoitecer, acordaram de olhos vermelhos no dia seguinte mesmo assim prontos para adoçar trepadas na aurora, bundas luminosas nos celeiros e nus no lago, que foram transar em Colorado numa miriade de carros roubados à noite, N.C. herói secreto destes poemas, garanhão e Adonis de Denver -prazer ao lembrar das suas incontáveis trepadas com garotas em terrenos baldios & pátios dos fundos de restaurantes de beira de estrada, raquíticas fileiras de poltronas de cinema, picos de montanha, cavernas ou com esquálidas garçonetes no familiar levantar de saias solitário à beira da estrada & especialmente secretos solipsismos de mictórios de postos de gasolina & becos da cidade natal também, que se apagaram em longos filmes sórdidos, foram transportados em sonho, acordaram num Manhattan súbito e conseguiram voltar com uma impiedosa ressaca de adegas de Tokay e o horror dos sonhos de ferro da Terceira Avenida & cambalearam até as agências de emprego, que caminharam a noite toda com os sapatos cheios de sangue pelo cais coberto por montões de neve, esperando que se abrisse uma porta no Bast River dando num quarto cheio de vapor e ópio, que criaram grandes dramas suicidas nos penhascos de apartamentos do Hudson à luz de holofote anti-aéreo da lua & suas cabeças receberão coroas de louro no esquecimento, que comeram o ensopado de cordeiro da imaginação ou digeriram o caranguejo do fundo lodoso dos rios de Bovery, que choraram diante do romance das ruas com seus carrinhos de mão cheios de cebola e péssima música, que ficaram sentados em caixotes respirando a escuridão sob a ponte e ergueram-se para construir clavicêmbalos nos seus sótãos, que tossiram num sexto andar do Harlem coroado de chamas sob um céu tuberculoso rodeados pelos caixotes de laranja da teologia, que rabiscaram a noite toda deitando e rolando sobre invocações sublimes que ao amanhecer amarelado revelaram-se versos de tagarelice sem sentido, que cozinharam animais apodrecidos, pulmão coração pé rabo borsht & tortillas sonhando com o puro reino vegetal, que se atiraram sob caminhões de carne em busca de um ovo, que jogaram seus relógios do telhado fazendo seu lance de aposta pela Eternidade fora do Tempo & despertadores caíram nas suas cabeças por todos os dias da década seguinte, que cortaram seus pulsos sem resultado por três vezes seguidas, desistiram e foram obrigados a abrir lojas de antigüidades onde acharam que estavam ficando velhos e choraram, que foram queimados vivos em seus inocentes ternos de flanela em Madison Avenue no meio das rajadas de versos de chumbo & o contido estrondo dos batalhões de ferro da moda & os guinchos de nitroglicerina das bichas da propaganda & o gás mostarda de sinistros editores inteligentes ou foram atropelados pelos táxis bêbados da Realidade Absoluta, que se jogaram da Ponte de Brooklyn, isto realmente aconteceu e partiram esquecidos e desconhecidos para dentro da espectral confusão das ruelas de sopa & carros de bombeiros de Chinatown, nem mesmo uma cerveja de graça, que cantaram desesperados nas janelas, jogaram-se pela janela do metrô, saltaram no imundo rio Passaic, pularam nos braços dos negros, choraram pela rua afora, dançaram sobre garrafas quebradas de vinho descalços arrebentando nostálgicos discos de jazz europeu dos anos 30 na Alemanha, terminaram o whisky e vomitaram gemendo no toalete sangrento, lamentações nos ouvidos e o sopro de colossais apitos a vapor, que mandaram brasa pelas rodovias do passado viajando pela solidão da vigília de cadeia do Golgota de carro envenenado de cada um ou então a encarnação do Jazz de Birmingham, que guiaram atravessando o país durante setenta e duas horas para saber se eu tinha tido uma visão ou se você tinha tido uma visão ou se ele tinha tido uma visão para descobrir a Eternidade, que viajaram para Denver, que morreram em Denver, que Retornaram a Denver & esperaram em vão, que espreitaram Denver & ficaram parados pensando & solitários em Denver e finalmente partiram para descobrir o Tempo & agora Denver está saudosa dos seus heróis, que caíram de joelhos em catedrais sem esperança rezando por sua salvação e luz e peito até que a alma iluminasse seu cabelo por um segundo, que se arrebentaram nas suas mentes na prisão aguardando impossíveis criminosos de cabeça dourada e o encanto da realidade nos seus corações que entoavam suaves blues de Alcatraz, que se recolheram ao México para cultivar um vício ou as Montanhas Rochosas para o suave Buda ou Tanger para os garotos ou Pacifico Sul para a locomotiva negra ou Harvard para Narciso para o cemitério de Woodlawn para a coroa de flores para o túmulo, que exigiram exames de sanidade mental acusando o rádio de hipnotismo & foram deixados com sua loucura & suas mãos & um júri suspeito, que jogaram salada de batata em conferencistas da Universidade de Nova York sobre Dadaísmo e em seguida se apresentaram nos degraus de granito do manicômio com cabeças raspadas e fala de arlequim sobre suicídio, exigindo lobotomia imediata, e que em lugar disso receberam o vazio concreto da insulina metrasol choque elétrico hidroterapia psicoterapia terapia ocupacional pingue-pongue & amnésia, que num protesto sem humor viraram apenas uma mesa simbólica de pingue-pongue, mergulhando logo a seguir na catatonia, voltando anos depois, realmente calvos exceto uma peruca de sangue e lágrimas e dedos para a visível condenação de louco nas celas das cidades-manicômio do Leste, Pilgrim State, Rockland, Greystone, seus corredores fétidos, brigando com os ecos da alma, agitando-se e rolando e balançando no banco de solidão à meia-noite dos domínios de mausoléu druídico do amor, o sonho da vida um pesadelo, corpos transformados em pedras tão pesadas quanto a lua, com a mãe finalmente e o último livro fantástico atirado pela janela do cortiço e a última porta fechada às 4 da madrugada e o último telefone arremessado contra a parede em resposta e o último quarto mobiliado esvaziado até a última peça de mobília mental, uma rosa de papel amarelo retorcida num cabide de arame do armário e até mesmo isso imaginário, nada mais que um bocadinho esperançoso de alucinação - ah, Carl, enquanto você não estiver a salvo eu não estarei a salvo e agora você está inteiramente mergulhado no caldo animal total do tempo - e que por isso correram pelas ruas geladas obcecados por um súbito clarão da alquimia do uso da elipse do catálogo do metro & do plano vibratório que sonharam e abriram brechas encamadas no Tempo & Espaço através de imagens justapostas e capturaram o arranjo da alma entre 2 imagens visuais e reuniram os verbos elementares e juntaram o substantivo e o choque de consciência saltando numa sensação de Pater Omnipotens Aeterni Deus, para recriar a sintaxe e a medida da pobre prosa humana e ficaram parados à sua frente, mudos e inteligentes e trêmulos de vergonha, rejeitados todavia expondo a alma para conformar-se ao ritmo do pensamento na sua cabeça nua e infinita, o vagabundo louco e Beat angelical no Tempo, desconhecido mas mesmo assim deixando aqui o que houver para ser dito no tempo após a morte, e se reergueram reencarnados na roupagem fantasmagórica do jazz no espectro de trompa dourada da banda musical e fizeram soar o sofrimento da mente nua da América pelo amor num grito de saxofone de eli eli lama lama sabactani que fez com que as cidades tremessem até seu último rádio, com o coração absoluto do poema da vida arrancado para fora dos seus corpos bom para comer por mais mil anos.

Trad.: Cláudio Willer


Air Guitar:

Ballad Of The Skeletons





sábado, setembro 06, 2008

Querências!

Se todo
mundo quer!
porque?
não posso?!....

Air o que?: Clutch - Burning Beard


The power of a holy
ghost.

quarta-feira, setembro 03, 2008

What A Wonderful World!


Anjos e Demonismos,
já não incomodam mais (!),
interpomos ente eles;
- Humanidades!

Air Guitar:
Ministry - What A Wonderful World



How do you do?

domingo, agosto 31, 2008

Dead or Alive!

Estava ali
sem entender nada,
procurando rima,
aonde não há poétika!
...meio verso, meio parábola,
fonético, neolinguístico redundante
"cristian milita" ..new model army
...rock'n'roll
....olhando calcinhas
e pantufas de patinhos lisérgicos
enfeitadas de babados e,
eventualmente de elásticos frouxos!

Air Guitar:
AGITATION FREE - Malesch - You Play For Us Today



terça-feira, agosto 26, 2008

Scanin' magics, magic's scaning!? (Buy a multifuntional #77 )

O scanner faz cópias
perfeitas
de notas de dois reais
...
tenho centenas de cópias;
que não posso usar
, continuo duro.

á escanear!

Breve !!!!...terei milhares!
quem sabe?!
não as gaste, numa boa farra;
imaginária.

Air Guitar:
My Dying Bride - The Prize of Beauty



desperdiçando HD.

sábado, agosto 23, 2008

Vadiagem!

Tenho feito pouco,
ando vadio em,
terreno baldio!

Air Guitar:
Zumbi do Mato - Deficiente Emocional



Ajuda Aí!

quinta-feira, agosto 14, 2008

terça-feira, agosto 12, 2008

Human Being!

porque ser espetado
pelas argúrias
da sensibilidade.
se...
temos um coração
a clamar pelo sensível?

be your heart!
be your soul!
be your being!



à palo seco!

segunda-feira, agosto 11, 2008

a litlle girl blue!


Air guitar:
Theme from shaft
Isaac Hayes



R.I.P.

terça-feira, julho 22, 2008

Da sua maneira.


tudo da sua maneira,
o vacilo , o acerto
sua certeza de que está:
- tudo dando certo!

Taxi!, take me home.
a got much beer
i smoke some gigars
i feel me a super funk!

your super natural
drunk way
a got see in
unconfessional super motel.
nice in a bed
full of see trougths
a super natural
punk'a'delic peach!

essência de moranguinho
no avental, cheirinho de baunilha
nos cabelos....vanila fudge!
shake that thing!!!...

Air Guitar:
West,Bruce & Laing - The Doctor



Se falta algo?
vai ficar faltando!
'cabou!
- Fomos!

sexta-feira, julho 18, 2008

A Estória do Sonho de Raimundo Nonato!


I

Celebrou, uma frase
de verdadeiro insigth,
raimundo nonato!

era uma manhã comum,
33 antes do bang.
...33AB(?):

-Sem compartilhamento, não;
há desenvolvimento!

aí!, se levantou,
deu uma mijada,
vomitou no box
...e voltou a dormir!

II

a véia me disse num sonho:
cê num é o estranho
é, o sonho que está mudando!

- bang ....véia!

aí ela disse:

- já faz tempo garoto!

Air Guitar:
Pure And Easy - The Who



sem a véia o rock fede!

sexta-feira, julho 11, 2008

Pisicogeografias #7 - The Last Breath!

Ela não é a primeira
a me deixar por aí e, creio,
também não será a última.
indecência dramática!

Unperverted bliss!

Palavras colocadas num
jongo longimétrico
não dizem nada mais,
senão dissonâncias...redundantes

riff maker's! runing wild,
on a technological table!
eatin' tacos'n'chili....drink'ng beer
sometimes tequilas whit lemmon'n'salt.

Já não fazem as caipirinhas como antes.
e nem mais moedas de dois lados!
o perfil se posicionou entre a cara e a coroa...
sem oposição geocêntrica.

Profanely Blessed!

só gravetos & berlotas
na palha nossa de cada dia!
só desenganos quando, amamos.
...quem sabe um dia não dê certo?

in desert horses has no names!

Pisicogeografias #6 - Mask



Air Guitar:
Iggy Pop - Mask



no fun!

quarta-feira, julho 09, 2008

Psicogeografia #5 - Air Guitar:

Sangue Latino - Adriana Garrido



minha alma cativa!

domingo, julho 06, 2008

Psicogeografias #4 - A Sobrinha da Véia Doida



Air Guitar:
Mallu Magalhães "don't you look back"





That's it!


sábado, julho 05, 2008

Psicogeografias #3 - Promenade


Air Guitar:
Mussorgsky
Pictures at an Exhibition (Promenade + Gnomus)




sei o que fez,
sei que vais continuar negando
.
Mas, ao menos sabemos...
que o japa é o regente.



quinta-feira, junho 26, 2008

The obsessive Tesla!


Air Guitar:
Nicola Tesla - You're Man out of Time



the end!



quarta-feira, junho 25, 2008

Deep Purple - Perfect Strangers



Tesla 'till remains!




Tesla



Aminícidades Baratas! (Lágrima Psicodélika....#2)


bonecos brincam em jogos de hipóteses

outros se perdem trocando as pernas!

talvez uma coisa ou outra nenhuma agora,
alienado hoje, nem desconfia dos amanhãs
das cercas e da improvável geografia
descaracterizada por absurdos; surtos anímicos!

o outro lado é break through the other side !
o lado escuro da lua, talvez daqui cem anos ainda,
o outo lado dela!...TPM justificando a insatisfação
descrença niilista enlouqueçendo os esquecidos de si!

Relembrados como sobreviventes de kataclismas
tsunamis ideológicas da conspiração planetária....
lost in planets, survival species.....
devoradores alienígenas...across the universe!
perversão entrópica.

desafio interplanetário, mentira de deuses.
perversos devoradores de petróleo,
etanol, carvão e alcatra!
criadores de civilizações e psicogeografias:

- chorem:

- lágrimas psicodélikas!

Air Guitar:
BLACK MOUNTAIN - SET US FREE



Prá: Veia Doida, JohnnyF, Neide!

quarta-feira, junho 18, 2008

The Last Metal Carved Man!

insólita gosma!

quarteto de cordas para
um morto agradecido
ouvidos de tímpanos furados
bigornas vibrantes.

sininhos de xaxados,
xaxando, as zabumbas
midis! midis! outras notas
aonde iremos parar?

Air Guitar:
Acoustika - Let it grow!



rock'n'grow!

sábado, junho 14, 2008

Nascemos nús!!!!..(a euro real touring!)

A certeza dos búlgaros ,
é mesma da dos poloneses
ou a dos moskovitas?

Para que lado fica o oriente?

Air guitar:
Midnight Rider - Alman Brother's Band



ride, ride your poney!

sexta-feira, junho 06, 2008

Ctrl C + Ctrl V

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Amor:

"O amor não é algo que o faz sair do chão e o transporta para lugares que você nunca viu. O nome disso é avião. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que você esconde dentro de si e não mostra para ninguém. Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala. O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que chega de repente e a transforma em refém. Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa. Isso se chama pombo com caganeira. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender. Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa cinza que lançou uma luz sobre ti, a levou pra ver as estrelas e a trouxe de volta com algo dele dentro de você. Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa."

"O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você. Isso se chama controle remoto da TV. O amor é outra coisa."

"O amor é simplesmente o amor."

Air Guitar:



Joss Stone "L-O-V-E"

terça-feira, junho 03, 2008

segunda-feira, junho 02, 2008

Put your mouth in my hell

não diga nada,
não falo a sua lingua!
don't dig it! just,
put your mouth in my hell.

não se atreva,
a sentir pena de mim!
wath a kind
your hell?

então que os bebados
e os incautos,
adormeçam aos pés de Kerberos,
nas portas do inferno!
e que as estigmas não derramem
as lágrimas da redenção.

Visões danteskas,
são aspectos esquizofrenoídes,
paranoídes de libertação
do obscuro!

Quem que te olha
quando tu olha o espelho?
quem fala o teu esperanto!
redundâncias obsecivamente falada.

modernidade,
com o objetivo de ser moderninho
avant garde, bahaus itinerante,
engenharia do planalto central.

'tô botando os porcos para,
passear pela enfermaria.
don't drug me,
analgésicos não curam mais
a dor do arrasto!


Air Guitar:



I Need A Miracle- Grateful Dead

A estória que todos contam
acaba de uma maneira ou de outra;
na última frase!

quinta-feira, maio 22, 2008

A Pornographical Love Song!

se preciso de você e
você precisa de mim
alguma coisa está estranha nessa,
fantasia de que não preciso de nada
a não ser um facho de luz que traduza
manhãs e anoiteceres....me reflita nervoso
o esquizoide vigésimo primeiro.
.... homem secular.
será isso o que resta?
será isso o pedaço do bolo?
Desisti por muito dessa fatia, para obter o nada
não dos olhos da moeda mais
dos olhos do que agora, não importa mais!


coisas como estar quente ou frio
meio dia uma hora antes,
depois onze e meia....
ou uma e trinta, mais tarde.


crente de que esta manhã é a primeira e,
o meu chinês está melhor,
to falando qualquer coisa em cantão vulgar
to falando que nem xizes escrito com giz negro,
o que não percebo, me deixa
curioso por explorar a linguagem.

Subverso da malícia dialética que
me fala aos ouvidos,
trojans e outras figuras de linguagem,
outras dialéticas não tanto velozes,
como as que falo em dupla carboretagem:

- who do you love ?

Air Guitar:
Mazzy Star - Cry Cry



se não houvesse declamado-os,
os haveria escrito-los!




sábado, maio 17, 2008

One size fits all

será que somos
bibelôs overdosados,
pairas de prateleira?
esperando carícias do espanador!

qualquer coisa
pode compor a dinâmica do verso,
nada, a da alma;
vagando entre erros
aprendendo acertos.
lavando-se do verbo,
como quem toma banho de cueca
sem sabonete!

fonética é pintura linguística
abuso diriam, versados
inconsequencias;...farão os que
batem com a língua nos dentes
sem a minima noção,
ao palavrear... versar então(!?):

- nem pensar!

Há dias que são cinzas,
Há dias que são meio amarelados, sépias
relembranças passadas, século vinte....
ainda!..amanhã haverá arco-íris!?

sexta-feira de novo
e a esperança de salvação:
Persiste!

aos enganos, que:
Enganam-nos, digo:

- o cocô, navega!


Air Guitar:
Ian Anderson + Lucia Micarelli - Mo'z Art Medley


segunda-feira, maio 12, 2008

Hey Joe (O Giovanni Tinha Razão-Sem Noção Remix)

Sonhos

eu tive um sonho,
que não era bem um sonho,
tão pouco pesadelo ou delirio.
Era só um sonho!

Inexplicavel como falta de energia
em baterias de carros elétricos garantidos
por anos a fio pela indústria que os certificam.
peça de espetáculo me deixando a pé,
dando defeito; canção ortodoxa
em meio aos paradoxos do dia a dia!

aprisone-me por anos, desfaça meu passado;

negue meu nome a quem pronucia-lo.

diga-lhes que, minha palavra é falsa fonetica,
oculte minhas esperanças,
não se atreva a sentir pena de mim....


Hora do almoço alguns querem feijoada,
outros dobradinha, lazanha ou churrasco
alguns só arroz e outros mamãe eu não quero!
o que fazer diante de tanta adversidade?

tirem-lhes o arroz!
deixem-lhos à deriva,
diga-lhes que deus dará!

Air Guitar:



John Sebastian / I Had A Dream

Vivendo um dia de cada vez!

quinta-feira, maio 08, 2008

MACONHA GRÁTIS!!!!!!!!




Queres, quimera?
qui merda,
então que tenhas,
as quimeras!

domingo, maio 04, 2008

Colonial Mentality - Fela Kuti




Essa é para o Lucas:
àgua de beber Karkará!

segunda-feira, abril 28, 2008

segunda-feira, abril 21, 2008

Who hold you head up?

Não me importa qual é o verso
não me interessa agora a frase,
só quero que me digam,
o que o mundo precisa agora?

talvez um novo heroi,
ou, um tema que cale fundo
nos nossos relembrares
feito saudade que,
não se cura nem por divã!

amor em vão, largado numa estação
que divide terminais; última conexão
entre o norte e o sul...
o perder-se e encontrar-se
só verbo...ah!, sim gostaria de versá-los!

Não que seja ruim de versos,
mas tropeço no verbo
fico sem palavras,
quando pressinto teu cheiro!

quem chega vai ter que ir
quem se perde tem certeza de se encontrar,
é o tao e a nação nagô!!!
o batuque na cozinha que sinhá; qué!

sul américa meio bosta,
emergente mostrando o seu valor!
menina bronzeada,
pagando boquete!

versicular, como criança inocente
que leva bofetada,
pra perder a inocência
how do u feel that feels?


Air Guitar:
LOU REED - Kill Your Sons



Kill your sons!

White Zombie - More Human Than Human



segunda-feira, abril 07, 2008

Abtei Heiligenkreuz im Wienerwald



"Spiritus Domini replevit orbem terrarum, Alleluia;
et hoc quod continet omnia, scientiam habet vocis",
Alleluia, Alleluia, Alleluia.

"Exurgat Deus, et dissipentur inimici ejus,
et fugiant qui oderunt eum a facie ejus." 

"Gloria Patri et Filio et Spiritui Sancto.
Sicut erat in principio, et nunc, et semper,
et in saecula saeculorum.
Amen."

sexta-feira, abril 04, 2008

Tesouros da Juventude X

ESQUIZOFONIA
R. Murray Schafer

O prefixo grego schizo significa cortar, separar. E phone é a palavra grega para voz. Esquizofonia refere-se ao rompimento entre um som original e sua transmissão ou reprodução eletroacústica. É mais um desenvolvimento do século XX.

No princípio, todos os sons eram originais. Eles só ocorriam em determinado tempo e lugar. Os sons, então, estavam indissoluvelmente ligados aos mecanismos que os produziam. A voz humana somente chegava tão longe quanto fosse possível gritar. Cada som era individual, único. Os sons têm semelhanças entre si, a exemplo dos fonemas que se repetem numa palavra, mas não são idênticos. Testes mostraram que é fisicamente impossível para o ser mais racional e calculista da natureza reproduzir duas vezes exatamente da mesma maneira um só fonema de seu próprio nome.

Desde a invenção do equipamento eletroacústico para a transmissão e estocagem do som, qualquer um deles, por minúsculo que seja, pode ser movimentado e transportado através do mundo ou estocado em fita ou disco para as gerações futuras. Separamos o som do produtor de som. Os sons saíram de suas es naturais e ganharam existência amplificada e independente. O som vocal, por exemplo, já não está ligado a um buraco na cabeça, mas está livre para sair de qualquer lugar na paisagem. No mesmo instante, ele pode sair de milhões de buracos em milhões de lugares públicos e privados, em todo o mundo, ou pode ser estocado para ser reproduzido em data posterior, talvez centenas de anos depois de ter sido originalmente produzido. Uma coleção de discos e fitas pode conter informações de culturas e períodos históricos completamente diversos, que pareceriam, a qualquer pessoa de outro século que não o nosso, uma justaposição surrealista e sem sentido.

O desejo de deslocar os sons no tempo e no espaço tem sido observado de algum tempo para cá na história da música ocidental, de modo que os recentes desenvolvimentos tecnológicos foram simples consequência de aspirações que já haviam sido efetivamente imaginadas. O secreto quomodo omnis generis instrumentorum Musica in remotissima spacia propagari possuit (pela qual todas as formas de música instrumental podem ser transmitidas a lugares remotos) foi uma preocupação do músico e inventor Athanasius Kircher, que discutiu pormenorizadamente o assunto em sua Phonurgia Nova, de 1673. Na esfera prática, a introdução da dinâmica, os efeitos do eco, a separação de recursos, a separação entre solista e conjunto e a incorporação de instrumentos com qualidades referenciais específicas (trompa, bigorna, sinos etc.) foram tentativas de criar espaços virtuais que fossem maiores ou diferentes das salas acústicas naturais, do mesmo modo que a pesquisa da música folclórica exótica e a quebra do tempo para a frente e para trás para encontrar novos ou antigos recursos musicais renovados representam um desejo de transcender o tempo presente.

Quando, depois da Segunda Guerra Mundial, o gravador fez incisões em um possível material gravado, podia-se cortar qualquer objeto sonoro e inserí-lo em qualquer novo contexto desejado. Mais recentemente, o sistema de som quadrifônico tornou possível uma paisagem sonora de eventos sonoros estacionários ou em movimentos de 360 graus, o que permite simular no tempo e no espaço qualquer som do ambiente, como também permite a completa transposição do espaço acústico. Qualquer ambiente sonoro pode agora transformar-se em qualquer outro ambiente.

Sabemos que a expansão territorial dos sons pós-industriais complementaram as ambições imperialistas das nações do Ocidente. O alto-falante também foi inventado por um imperialista, pois respondeu ao desejo de dominar outras pessoas com o próprio som. Do mesmo modo que o grito dissemina angústia, o alto-falante comunica ansiedade. "Não teríamos conquistado a Alemanha sem...o alto-falante", escreveu Hitler em 1938. (1)

Cunhei o termo esquizofonia em A nova paisagem sonora (2) pretendendo que ele fosse uma palavra nervosa. Relacionando-o com a esquizofrenia, quis conferir-lhe o mesmo sentido de aberração e drama. Na verdade, a destruição dos dispositivos hi-fi não somente contribui generosamente para o problema do lo-fi como cria uma paisagem sonora sintética na qual os sons naturais estão se tornando cada vez mais não-naturais, enquanto seus substitutos feitos a máquina são os responsáveis pelos sinais operativos que dirigem a vida moderna.

1. Ohne Kraftwagen, ohne Flugzeug und ohne Lautsprecher hätten wir Deutschland icht erobert, Adolf Hitler, Manual of the German Radio, 1938-1939.

2. Publicado como um pequeno livro sobre audição e educação musical, A nova paisagem sonora foi, mais tarde, incorporada ao livro O ouvido pensante (São Paulo: Editora UNESP, 1991/1996), do mesmo autor, como um de seus capítulos. (N.T.)

Este texto é parte do capítulo A Revolução Elétrica do livro A Afinação do Mundo (São Paulo: Editora Unesp, 1997, pp. 133-135), do músico e estudioso R. Murray Schafer.


Air Guitar:
Deus Ibi Est
Ballad Of The Broken Seas - Isobel Campbell & Mark Lanegan

W.Y.S.I.W.Y.G.

Riders On the Storm

quarta-feira, abril 02, 2008

Isís (Flashbacking over'n'over!)

Isís
zé felipe & renato pittas


Sick!........................... (sick).......

Será que eu preciso falar com alguém?....
{o corpo quer se expressar}
eu preciso falar qualquer coisa.....
(escapar deste silencio ensurdecedor)
...eu preciso falar com alguem?.....
(berrar o gozo na boca do outro)
não preciso falar só o que digo!....
(perder-se para se reencontrar)
impossível falar qualquer coisa!.....
(descrer do que cri)
é impossível falar com alguém?....
(Matar o pai primitivo, liberar o espírito ancestral )
(O coração primal, viverá aqui)
.......o que voce espera que eu diga?
se você não consegue ouvir nada do que eu falo!

De baixo dessa maquilagem tem qualquer
coisa que não é meu olho!
atrás do meu olho tem qualquer coisa
que não é minha maquilagem...
Já não uso mais rímel no meu olho...
Já não me percebo mais nessa sombra!
Foda-se!

Não transfira para mim,
foda-se!
porque o rosto no espelho,
pertence a alguém.
a quem?
eu?
ou você?...

eu preciso falar com alguém?....
eu preciso falar qualquer coisa!
impossível falar qualquer coisa?
é impossível falar com alguém?

Kabaço, Kandango, Kalango!!
.....Quem tem?
Quem tem?

O que somos?
senão, desertos de nossa rebeldia?
pedaços fotografados para uma página do caderno B?
fragmentos de corpos, orelhas e uma boca cantante,
carente de beijos e carícias inconfessáveis.

eu também sofro que nem você, que nem nós,
por ai, carregando um corpo
esperando um dia
uma resposta que vá te responder.

Diga-me algo que me faça crer.
esse gozo não é meu
esse gozo não é meu!

Você já fez isso?
dá uma vergonha
Se tu me paga eu calo a boca!

orgasmo (bis)

Não exploda foguetes em minha boca
não há por aqui nenhum carro forte ou
helicóptero para me defender.

orgasmo (bis)

impossível falar qualquer coisa!
é impossível falar com alguém?
eu preciso falar com alguém?....
eu preciso falar qualquer coisa!

Jim Morrison no túmulo se virando de um lado para outro
a cada ato de mão benevolente que lhe espeta uma flor.
Não fode satanás!!
O Ungido também não escapa do inferno.

O careta quando associado ao lance psicodélico
é sucesso aos antenados, americanos e eurotrasher's,
feel like blue that them
e o seu terceiro cd lançado no Brasil.

Sem pirataria não há sistema
sem sistema não há pirataria
é o kaos criando a ordem
a interpretação do kaos criando a ordem,
e a ordem criando o kaos para se reinterpretar.

musika aceita, smash hit.

orgasmo (bis)

peido em elevador.

orgasmo (bis)

eu preciso falar com alguém?....
eu preciso falar qualquer coisa!
impossível falar qualquer coisa!
é impossivel falar com alguém?

orgasmo (bis)

Você precisa falar com alguém?

É...? Impossível falar com alguém!
impossível falar qualquer coisa?

"Hey, Hey, my, my rock'n'roll will never die!"

é, possível falar com alguém?!

domingo, março 30, 2008

Estranhas II

Dias 4, 5 e 6 de abril no Teatro Cacilda Becker, 20:00 hrs.
Rua do Catete, n. 338. METRÔ LARGO DO MACHADO.

Altamente Recomendado

sábado, março 29, 2008

quarta-feira, março 26, 2008

terça-feira, março 25, 2008

Incorporando Psicogeografias

quando a rua é akela, que não é rua?
quando é trilha no meio da mata,
leva aonde?

só cabe um pé de cada vez nos passos
pé ante pé o mundo nos devora.
she sell's a sanctuary!

Air Guitar:
She Sell's Sanctuary
Love - The Cult




a sparkles in your eyes make me alive!

segunda-feira, março 24, 2008

No one will kill bambies!


ninguém matará bamby,
ninguém negará a vida à qualquer um.
ninguém negou antes,
porque haverão de negar agora, depois?

a visão na retina é embaçada
são reações metabólicas que as decifram
binaridade kaótica!
o que seremos se insistirmos
em não sermos o ninguém?

Caramba, talvez um centro fora do meio
meia estória disfarçada de inteira...
uma fotografia de uma cena imóvel
olhando para o absurdo em movimento.

acabou o verão....
é outono!
e, com certeza:
a chuva lavará o asfalto hoje!

Air guitar:
Cracker: Euro-trash Girl



i think it's over!